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Junho Vermelho: sua doação pode salvar quatro vidas!

Doar sangue é muito mais que um ato solidário, é uma chance de sobrevivência para muitas pessoas no Brasil. Atualmente, cerca de 3,5 milhões de pessoas no Brasil esperam por uma transfusão de sangue. Mas, infelizmente, os bancos de sangue estão cada vez mais escassos e necessitados. É preciso ir além das ações e conscientizar cada um para que também faça sua parte. Todos os dias, em hospitais e instalações médicas em todo o mundo, há uma demanda constante de sangue para tratar pacientes que sofrem de várias condições médicas, acidentes, cirurgias e doenças crônicas. As transfusões de sangue são uma tábua de salvação para indivíduos que lutam contra situações de risco de vida, e a disponibilidade de sangue seguro e compatível pode fazer a diferença entre a vida e a morte. No entanto, apesar da importância crítica da doação de sangue, ainda há uma escassez significativa de suprimentos de sangue em muitas regiões. Fatores como conscientização limitada, equívocos e infraestrutura inadequada contribuem para esse desafio contínuo. Isso porque apenas uma bolsa de sangue é capaz de salvar até quatro vidas, com apenas uma única doação, já é possível fazer a diferença.  O Junho Vermelho reconhece que as comunidades são a espinha dorsal de qualquer campanha de sucesso. Ao fazer parceria com organizações locais, instituições educacionais e profissionais de saúde, a campanha visa capacitar as comunidades a se encarregarem das iniciativas de doação de sangue. Além disso, o mês proporciona parcerias com bancos de sangue, hospitais e unidades de saúde e ao estabelecer centros de doação acessíveis a campanha garante que o ato de doar sangue seja conveniente e sem complicações. A campanha Junho Vermelho é uma prova do poder da ação coletiva e do incrível impacto da doação de sangue em indivíduos e comunidades em todo o mundo. Ao promover a conscientização, desafiar equívocos e fornecer apoio, o Junho Vermelho se esforça para inspirar as pessoas a se tornarem doadores de sangue regulares e defender a causa de salvar vidas.

Fim do Zé Gotinha?

Pautada desde 2011, o Governo Brasileiro com o Ministério da Saúde avaliam a substituição completa da vacina em gotas contra a pólio pela versão injetável. A Organização Mundial da Saúde (OMS) e a Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm) recomendam que todas as aplicações sejam injetáveis e, com a mudança, o Brasil estaria de acordo com tais recomendações. Porém, desde 2016, o esquema vacinal no Programa Nacional de Imunizações (PNI) é feito com três doses iniciais da vacina injetável, com duas doses de reforço e com a gotinha desde 2016. A mudança começará gradativamente a partir do ano que vem. Mas, a figura do Zé Gotinha como símbolo de vacinação, permanecerá mesmo com todas as alterações. Importante lembrar que, no Brasil, o último caso de Poliomielite grave foi registrado em 1989, porém no Paquistão e no Afeganistão a doença continua em estado endêmico.

Casa da Mãe acompanhante

Projeto do Rotary Club de Santos Boqueirão realizado por meio de Subsídio Distrital: inauguração da Casa da Mãe Acompanhante no Hospital Público Guilherme Àlvaro, com o objetivo de que as mães de crianças hospitalizadas e que moram em cidades distantes possam se acomodar com dignidade ao visitarem seus filhos. Projeto arquitetônico da associada e @arquitetacristinacampos

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